De acordo com a especialista, mentiras sobre o nível de conhecimento em inglês, sobre a formação acadêmica e sobre os motivos da saída do último emprego são as mais comuns. “A pessoa fala que tem inglês avançado, quando não tem nem o intermediário, ou que o motivo da saída do último emprego foi redução de quadro, quando na realidade o motivo é outro”, afirmou Sônia.
As consequências por passar informações falsas são sérias. “O candidato corre o risco de não conseguir o emprego e ainda manchar o caráter, pois será chamado de mentiroso. Se a mentira for descoberta somente depois da contratação, pode até causar uma demissão por justa causa e dificultar a busca por uma nova oportunidade”, disse Sônia.
Para a diretora de RH, o mais importante na hora de driblar uma falta de habilidade é que o candidato seja honesto. “É essencial dizer primeiramente a verdade e que poderá buscar o conhecimento exigido. É possível até mesmo mostrar outras habilidades que possam tentar suprir a que não tem”, explicou Sônia.
Sobre a Proton
Empresa especializada na prestação de serviços em Recursos Humanos, voltada para todos os perfis de profissionais com um banco de dados de mais 50 mil currículos. Atua em todo o território nacional, desenvolvendo consultoria e projetos na área de TI, setor administrativo, gerencial e também de Executive Searching para empresas de médio e grande porte em todos os segmentos. Idealizou o projeto “Diversidade”, que reforça a preocupação social no mercado de trabalho, como o PCD (que atua com a inserção do deficiente) e o “ProtoNegro” (voltado para a ampliação dos negros no mercado de trabalho). www.protonconsultoria.com.br


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